Meus 11 hobbies (2026)

Em 2021 (53 anos) decidi elencar 10 hobbies e praticá-los semanalmente. Apareceram 11. Foi a melhor decisão da minha vida.

Meu ranking atual (2026) dos 11 hobbies é o seguinte:

1. Corrida
  • A corrida foi meu primeiro esporte. Tive a sorte de entrar em uma escola (Marista de Brasília) que tinha uma equipe de atletismo. Aos 12 anos comecei a treinar sério e participei de competições de corridas rasas e saltos até os 17 anos.
    Mais tarde, depois do doutorado e quando consegui emprego (36 anos), comecei a correr distâncias mais longas, como meia-maratona (minha preferida) e maratonas (fiz 4 e quebrei em todas, mas sem lesões).
    Nunca tive nenhum tipo de lesão pela corrida até 2022 (54 anos), quando lesionei os dois calcanhares seriamente participando de uma corrida de 24 km em estrada de terra, na Ilha dos Marinheiros, em Rio grande.
    Passei, então, a praticar outros esportes (BT, vôlei e skate), que substituíram a corrida como exercício aeróbico.

  • Coisa boa da vida: poder correr pelo menos 2x na semana, mesmo que de leve. Correr me faz muito bem.

  • Estou no Strava (https://www.strava.com/athletes/mauriciocamargo)

2. Bike
  • Semmmmpre pedalei. Fiz muitas viagens de bike.
    Quando comecei a ter lesões por causa da corrida, o pedal me salvou. O pedal me deu sobrevida à corrida, pois é um complemento dela. Pedal cura joelho, acreditem!

  • Coisa boa da vida: fazer uma pedalada longa de mountain bike.

3. Vôlei de praia
  • Redescobri o vôlei em Maio de 2024 (56 anos), relembrando a adolescência.

  • Coisa boa da vida: fazer aula de vôlei e ter a turminha do vôlei de domingo.

4. Skate (surfskate / simulador)
  • Redescobri o skate (após a infância) em Março de 2025 (57 anos), depois de assistir a uma mulher circulando na pista do Cassino sem tirar as rodas do chão. Fiquei sabendo que aquele era um novo tipo de skate chamado simulador de surf. Comprei um imediatamente e me apaixonei compulsivamente. Fiz aulas e aprendi rapidinho a fazer todo o circuito da minha querida pista de skate do Cassino, que está no Youtube.

  • Coisa boa da vida: poder andar de skate sem se quebrar, graças ao equipamento de proteção. Eu uso tudo, até protetores de punho e bermuda anti-impacto.

5. Beach Tennis (BT)
  • Descobri o BT em Maio de 2025 (57 anos).
    Me apaixonei perdidamente e me confesso viciado.
    Jogo há pouco tempo, mas (acho que) não sou mais (tão) iniciante.

  • Coisa boa na vida: ter a turminha do BT de terça e sábado, além da aula de sexta.

6. Guitarra
  • Toquei guitarra dos 12 aos 23 anos, depois parei.
    Voltei para o violão aos 40, tentando cantar.
    Em 2018, no meu aniversário de 50 anos, me dei de presente uma Fender Stracocaster, que era meu sonho de adolescente.

  • Coisa boa da vida: tirar um novo solo (tem tudo no YouTube).

7. Moto
  • Tive uma XL-250R em 1992 (24 anos), de um carburador, que era um tratorzinho. Com ela rodei os estados do PR e SC. Em 2024 (56 anos) comprei uma RE Meteor 350, que tinha um ronco muito parecido com o da XL. Tive que vendê-la, mas logo, logo vou comprar uma RE Himalayan 450.

  • Coisa boa da vida: fazer um bate e volta de Rio Grande para PoA de moto!

8. Xadrez
  • Aprendi na infância, com amigos. Joguei muito na adolescência, mas não estudava. Ficou adormecido em mim, até que descobri em 2018 (50 anos) o site https://www.chessfriends.com. Comecei a jogar com gente do mundo todo, de todos os níveis, e isso mudou tudo. Hoje estudo um pouco e vivo tentando detonar uns russos de 12-13 anos, que são o capeta no xadrez.

  • Coisa boa da vida: detonar um russo de 12-13 anos no xadrez online!

9. Horta e compostagem
  • Faço compostagem há muitos anos. Toda a matéria orgânica da minha casa vai para as minhocas que produzem muito adubo e chorume. As minhocas servem até para aulas de Annelida! Hoje tenho uma horta circular de cerca de \(1 m^2\) que abriga 21 espécies de ervas, temperos e folhas, abastecida pelo adubo da minha compostagem.

  • Coisa boa da vida: plantar meus próprios temperos e folhas orgânicos.

10. Cozinha
  • Aprendi tardiamente a cozinhar. Enquanto eu tinha pai, mãe e um irmão para me ensinar, aprendi bem pouco, de burro! Tive que aprender depois de velho, aos 40, com ajuda do meu cérebro na cozinha (Eunice), e de livros, muitos livros de culinária.

  • Hoje eu amo cozinhar, mesmo com minhas deficiências de base culinária e esquecimentos, que aprendi a conviver e que os outros são obrigados a me perdoar!

  • Coisa boa da vida: acertar as 4 descidas de pizza no forno a lenha numa pizzada, sem cagar o forno todo.

11. Programação
  • A programação entrou na minha vida por necessidade acadêmica do mestrado na Bélgica, em 1993. Na época estava surgindo o Delphi, uma implementação da linguagem Pascal compilada, ou seja, rápida como um raio. Me apaixonei e resolvi todos os problemas do mestrado com o Delphi. Depois fiz dezenas de programas comerciais, acadêmicos e open source com ele, até virar professor, em 20024. Desde então, comecei a programar com o Lazarus, uma alternativa open source ao Delphi e multiplataforma. Hoje Lazarus é minha paixão, e disponibilizo diversos programas open source para Linux e Windows no meu Github.

  • Programação em R também é minha paixão. Ano passado (2025) dei uma disciplina de Introdução à programação com o R, que funcionou muito bem. Mas R não é um hobby como o Lazarus, que é capaz de criar programas genéricos para qualquer propósito.

  • Coisa boa da vida: receber feedback dos usuários dos meus programas em Lazarus e dos meus pacotes do R.